30 de janeiro de 2010

Caiu na Net

Eleição de 2010 vai passar pelo Twitter e pelos blogs, diz Dilma

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, disse nesta sexta-feira (29), durante visita à Campus Party, em São Paulo, que a eleição presidencial deste ano será fortemente influenciada pelo uso da internet. “Não acredito que essa eleição possa passar sem os blogueiros e twitteiros, sem os debates e a opinião dentro da internet. Isso só contribui para a manifestação das diferentes opiniões, sejam elas do governo ou da oposição”.

Segundo Dilma, o uso da internet vai democratizar o acesso à informação durante a campanha. “O país fica mais democrático. A internet constrói a democracia nesse sentido. Não tem uma informação pasteurizada, única”, afirmou Dilma, que é pré-candidata à Presidência pelo PT. Segundo ela, "a internet é a grande praça dos atenienses, a grande praça da modernidade”.

A ministra brincou com o fato de ainda não estar no Twitter, microblog que permite posts de até 140 caracteres. ”Tenho visto que o [ministro das Relações Institucionais, Alexandre] Padilha consegue ficar twittando aqui embaixo da mesa. Então talvez um dia eu consiga dar uma twittada embaixo da mesa”, disse. Padilha estava ao lado de Dilma durante entrevista.
A Campus Party 2010, que termina neste domingo, é o maior evento de tecnologia do mundo segundo os organizadores. Apesar de esperar um público recorde, o número de inscritos no início da feira era igual ao do ano passado –6 mil participantes na arena do Centro de Exposições Imigrantes.

Fonte: Portal G1


Ginecologistas franceses tentam provar existência do ponto G

Ginecologistas franceses reunidos nesta sexta-feira (29) em uma conferência em Paris querem tentar provar a existência do "ponto G" feminino, contrariamente às conclusões de um recente estudo britânico.

No início de janeiro, pesquisadores do King's College, de Londres, divulgaram uma pesquisa afirmando que a suposta zona erógena feminina, que provocaria elevados níveis de excitação sexual e orgasmos quando estimulada, mais conhecida como ponto G, não existe. Para os franceses, o estudo britânico é “abordagem totalitária da sexualidade feminina”.

Os cientistas britânicos analisaram mais de 1,8 mil mulheres e concluíram que o ponto G seria fruto da imaginação das mulheres. “Se uma paciente me perguntar onde está seu ponto G, eu mostro”.

Mas especialistas franceses pretendem contra-atacar os pesquisadores britânicos na conferência em Paris. Para os médicos franceses, o estudo britânico “é uma abordagem totalitária da sexualidade feminina”.

“O estudo do King's College mostra falta de respeito em relação ao que as mulheres dizem”, afirma o cirurgião francês Pierre Foldès, coautor de uma técnica para reparar os danos causados por excisões do clitóris.

“As conclusões estão completamente erradas porque foram baseadas somente em observações de ordem genética. É evidente que existem variabilidades na sexualidade feminina”, diz Foldès.

Falsos pressupostos

Segundo ele, o estudo britânico se baseou na ideia de que todos os pontos G seriam similares, o que estaria errado na sua avaliação. “Se uma paciente me perguntar onde está seu ponto G, eu mostro. Qualquer que seja a maneira como chamamos essa zona sensível, G, M ou B, podemos estar certos de sua existência”, diz o ginecologista Sylvain Mimoun, organizador da conferência em Paris.

De acordo com o médico francês, o ponto G estaria situado a uma distância de cerca de três centímetros da entrada da vagina. Segundo ele, a pesquisa britânica foi iniciada a partir de falsos pressupostos.

“Existem três ideias falsas sobre o ponto G: pensar que ele está situado na mesma área em cada mulher, que ele teria o tamanho de uma moeda de 50 centavos (ele não especificou de qual país seria a moeda) e que ele sempre permite ter um orgasmo”, diz o ginecologista.

Mimoun afirma que o ponto G é uma área que responde a um estímulo. De acordo com o especialista, não se trata de uma questão genética, mas sim de funcionalidade. “Se uma mulher conhece intimamente sua vagina, ela pode descobrir coisas, incluindo a zona do ponto G. Se ela nunca é tocada, nunca acontecerá nada”, diz ele.

Para os especialistas franceses, o ponto G seria uma área que as mulheres aprendem a conhecer no decorrer de suas experiências sexuais. Segundo Mimoun, “é possível que todas as mulheres tenham um ponto G, mas apenas um terço delas conhece sua existência”. O ponto G foi identificado pela primeira vez em 1950 pelo médico alemão Ernst Gräfenberg.

Fonte: Portal G1

Na noite desta sexta-feira (29) o Planeta Marte teve bem próximo da Terra

O planeta vermelho ficou bem perto da Terra nesta sexta-feira (29), em um fenômeno que os astrônomos chamam de oposição. Isso ocorre quando Marte fica alinhado ao Sol e à Terra, ou seja, quando nosso planeta fica entre os dois astros. A distância de entre nós e Marte é de cerca de 100 milhões de quilômetros. O planeta foi visto entre as 20h e 20h30. A última vez em que ocorreu esse fenômeno foi em dezembro de 2007, e a próxima vez será em março de 2012.


Fonte: Portal G1


3 comentários:

Ivane disse...

Eu acredito piamente que exista ponto G

Anônimo disse...

OLÁ EMANUEL...SOU DE ASSESSORIA E GOSTARIA DE LHE INSERIR EM NOSSO MAILING DE NOTÍCIAS, MAS NÃO ENCONTREI SEU E-MAIL! COLOQUE ELE EM PONTO MAIS VISÍVEL NO BLOG. BJS
ATÉ!

Emanuel Costa disse...

Anônimo meu email é eaadpd@hotmail.com