21 de fevereiro de 2011

Veja como foi a votação das propostas de salário mínimo - R$ 560 e R$ 600 – por parte dos parlamentares amapaenses

Proposta de R$ 560

Dalva Figueiredo (PT) Não
Davi Alcolumbre (DEM) Sim
Evandro Milhomen (PCdoB) Não
Fátima Pelaes (PMDB) Não
Luiz Carlos (PSDB) Sim
Marcivania Flexa (PT) Não
Sebastião Bala Rocha (PDT) Sim
Vinicius Gurgel (PRTB) Não

Proposta de R$ 600

Dalva Figueiredo (PT) Não
Davi Alcolumbre (DEM) Sim
Evandro Milhomen (PCdoB) Não
Fátima Pelaes (PMDB) Não
Luiz Carlos (PSDB) Sim
Marcivania Flexa (PT) Não
Sebastião Bala Rocha (PDT) Sim

Obs: "sim" significa que aprovou o salário e "não" significa que rejeitou.

"Não existe crise entre mim e Helena", diz Roberto Góes

O prefeito de Macapá, Roberto Góes (PDT), nega que a ausência da vice-prefeita Helena Guerra (DEM) em dois recentes eventos públicos caracterize qualquer tipo de crise na relação política entre eles.

A vice-prefeita não participou da entrevista coletiva na última quarta-feira (16), quando ele reassumiu o posto de prefeito, e nem da visita realizada a Câmara de Vereadores na quinta-feira (17). Segundo ele, Helena não foi em razão de compromissos na Secretaria Municipal de Educação (Semed) - de onde ela voltou a ser titular. Helena teria optado em ficar no prédio da secretaria e não no gabinete de vice-prefeita. As declarações de Góes foram feitas neste sábado, durante entrevista a imprensa.

Antes do afastamento do prefeito, por conta do período em que esteve preso, Roberto e Helena participavam de todos os eventos públicos juntos. Até mesmo durante as entrevistas coletivas concedidas por ele para falar sobre os depoimentos prestados na sede da Polícia Federal, os dois sempre estavam juntos.

As especulações sobre uma suposta dificuldade no relacionamento político dos dois surgiram devido à série de exonerações realizadas por Helena enquanto esteve no exercício do mandato de prefeita.

Independente da real situação, o prefeito confirmou na sexta-feira (18), a decisão de reintegrar ao cargo alguns dos exoneradas. Nesta segunda-feira (21) o ex-diretor de Trânsito, Jair Andrade, foi reconduzido à Empresa Municipal de Transportes Urbanos (EMTU).

ESTADO E MUNICÍPIO

O prefeito voltou a afirmar que pretende procurar nesta semana o governador Camilo Capiberibe (PSB) para tratar de parcerias entre Estado e município. A prioridade nesse momento seriam as ações de combate a dengue na capital onde os índices de infestação são preocupantes.

Antes de sua posse, o governador esteve na prefeitura e lá anunciou que pretende trabalhar em conjunto com todos os municípios, independente de vínculo partidário. Para Roberto, chegou a hora de discutir essa parceria e buscar alternativas em favor da população.

Fonte: A Gazeta

PF apreende 3,2 kg de cocaína desembarcados em porto no Amapá

A Polícia Federal no Amapá prendeu três pessoas e apreendeu 3,2 quilos de pasta de cocaína no porto de Santana. Os policiais federais descobriram que um barco vindo de Belém chegaria na tarde de sábado (19) na cidade de Santana transportando entorpecentes.

Entre os passageiros do barco estavam o boliviano, dono do entorpecente, e uma brasileira que transportava a droga dentro de sua mala, atuando como “mula”.Quando o barco chegou ao porto de Santana, os dois foram recebidos por um peruano, responsável pelo recebimento e distribuição da droga em Macapá.

Os três foram presos. A droga foi achada no fundo falso da mala da brasileira, embalada em uma lona preta na forma de uma manta. O dono da droga já foi condenado na cidade de Santa Cruz de La Sierra, Bolívia a uma pena de 11 anos de prisão por tráfico internacional de drogas para o Brasil, no ano de 2000.

Os três foram indiciados nos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Se condenados, podem receber penas de até 25 anos de reclusão. Esta é a terceira apreensão de entorpecentes realizada pela Polícia Federal no porto de Santana em 2011, totalizando cerca de 10 kg de pasta de cocaína apreendidos.

Fonte: O Globo

Pulseiras de monitoramento poderão ser utilizadas nos hospitais do Amapá

Para evitar casos de sequestro e troca de bebês em maternidades, um projeto de lei vai entrar em votação na Assembleia Legislativa do Amapá (AL-AP), tratando sobre o uso de pulseiras de monitoramento eletrônicas hospitalares. O tema tem sido amplamente noticiado na imprensa e demonstra a falta de segurança em hospitais e maternidades em todo o Brasil, seja ela pública ou privada, fato comprovado recentemente no interior da Maternidade Mãe Luzia, em Macapá, onde um recém nascido indígena foi raptado e teve uma grande repercussão.

De acordo com o projeto de autoria do deputado estadual Paulo José (PR), os hospitais, maternidades e estabelecimentos de saúde pública e privada do Estado do Amapá, ficam autorizados a utilizar a pulseira de monitoramento em recém nascidos, pacientes juridicamente incapazes e vulneráveis. "O projeto de lei apresentado constitui-se em mais uma contribuição a luta para reverter à atual situação de insegurança das maternidades, em razão dos inúmeros casos de troca ou roubo de recém nascidos", defende o parlamentar.

Segundo o projeto, somente poderão ser retiradas as pulseiras, após a alta hospitalar, na presença da mãe ou responsável. "Os problemas com trocas e sequestros de bebês em hospitais e maternidades continuam levando sofrimento a muitas famílias, que vêem seu grande sonho se transformar num dramático pesadelo", comentou.

Na proposta apresentada, as pulseiras deverão ser de identificação com sensor eletrônico sonoro, em material anti-alérgico e bactericida, devendo o equipamento e o serviço ser patenteado, criptografado e implantado por empresa certificada e comprovada internacionalmente. "Os métodos de identificação de recém-nascidos embora tenham evoluído, mostram-se insuficientes para estancar o crescimento do número desses casos. A insegurança das mães só tem aumentado, diante da permanente ameaça de ver seu filho trocado ou roubado da dependência de maternidade. A sistemática atual, com poucas exceções, é baseada na colocação de pulseiras, muitas vezes de papel, que podem ser facilmente retiradas ou trocadas", explica Paulo José.

O uso da pulseirinha eletrônica em bebês é obrigatório em dez países da Europa. "Pode ser usado em pessoas juridicamente incapazes, como as que têm mal de Alzheimer ou algum tipo de demência. No Brasil, ainda é preciso fazer um estudo jurídico disso", acrescentou.

Em todo o mundo, já são mais de 200 mil bebês monitorados pela pulseira. As despesas decorrentes da execução desta lei correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, suplementadas se necessárias.

Fonte: Ascom Assembleia Legislativa do Amapá

CGU constata irregularidades em Pedra Branca do Amapari

Pedra Branca do Amapari é um município localizado no centro-oeste do Estado do Amapá. A população da cidade em 2010 foi de 10.773, um crescimento de 168,72% em relação ao ano 2000, e a área é de 9495 km², o que resulta numa densidade demográfica de 0,50 hab/km². Com a terceira maior arrecadação do Estado, atualmente o município foi alvo de grandes revelações por parte dos órgãos de fiscalização do governo federal.

A Controladoria Geral da União, através do sorteio número 32 realizou uma grande fiscalização entre janeiro de 2009 e março de 2010. A CGU constatou no município de Pedra Branca do Amapari, que a prefeitura não comprovou gastos de quase R$ 800 mil, destinados ao Programa de Saúde da Família (PSF). O dinheiro foi usado entre janeiro de 2009 e março de 2010. A prefeitura comprovou apenas os gastos com o pagamento
de pessoal, referentes a ações de Assistência Básica do PSF.

Na área da educação a fiscalização da CGU constatou que não houve prestação de contas de recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Outras irregularidades apontam a não realização de processo de licitação e tomada de preços na locação de veículos para o transporte escolar e na compra da merenda escolar.

O prefeito de Pedra Branca do Amapari, José Antônio Siqueira da Silva, o Zezinho (PV), da qual sua gestão é investigada, também é investigado pelo Ministério Público do Amapá, onde soma nas costas mais de 12 processos.

Zezinho é acusado de cometer crime de improbidade administrativa, corrupção ativa e passiva e formação de quadrilha. O Tribunal de Justiça do Amapá acatou por unanimidade as denúncias onde o prefeito é acusado cometer diversos delitos e um verdadeiro assalto aos cofres públicos.

HISTÓRICO

Criado em 2003, o programa de fiscalização por sorteio já chegou a 1.761 municípios (31,6% dos municípios brasileiros), fiscalizando recursos totais da ordem de R$ 15,5 bilhões. Os relatórios referentes aos municípios fiscalizados nos 31º e 32º sorteios já estão disponíveis no sítio eletrônico da CGU, após terem sido encaminhados,
para as providências cabíveis, aos ministérios transferidores dos recursos.

PROCEDIMENTOS

Os relatórios foram encaminhados também, como ocorre sistematicamente, à Polícia Federal, ao Ministério Público (Federal e Estadual), ao Tribunal de Contas da União, à Advocacia-Geral da União, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal (Mesas Diretoras e Comissões de Fiscalização Financeira e Controle), às prefeituras municipais e às câmaras municipais para as providências cabíveis em cada uma dessas
instâncias.

A partir do recebimento dos relatórios da CGU, cabe, agora, a cada Ministério tomar as medidas corretivas e punitivas em sua área, bem como à Polícia Federal a instauração de inquéritos policiais sempre que houver indícios de crime ou de esquemas organizados envolvendo empresas e prefeituras diversas, como tem ocorrido freqüentemente. À AGU caberá o ajuizamento das ações judiciais para ressarcimento de
eventuais prejuízos aos cofres públicos, e ao Ministério Público, a seu critério, as ações criminais e civis por improbidade.

Por Heverson Castro

Cadastramento e recadastramento da meia-passagem inicia em 1º de março

O cadastramento e recadastramento da meia-passagem vai iniciar no próximo dia 1º de março e prosseguir até 30 de abril, sendo retomado em agosto para atender aos universitários que iniciarem seus cursos no segundo semestre, além dos casos de transferência de um Estado para outro.

A decisão foi tomada durante a primeira reunião do Conselho de Transporte Escolar (CTE), nomeada em dezembro pelo prefeito Roberto Góes. A CTE é formada por representante da EMTU (Michel Braz, presidente), Setap (Décio Melo, vice-presidente), Semed (Bethania Borges, secretária), Umes (Track Éden), Uecsa (Pedro “Filé”), Feuni (Italina Carvalho), Coam (Robson Bastos) e Seed (Maria do Socorro Costa). A reunião iniciou no dia 15 e encerrou em 16 de janeiro, em função do grande volume de deliberações.

Ficou decidido que inicialmente o recadastramento ocorrerá nos seguintes postos: Subprefeitura de Macapá Zona Norte, Colégio Amapaense e Terminal Rodoviário de Santana. Quanto ao cadastro para os alunos que requeiram pela primeira vez o benefício, os locais são Subprefeitura, CA e Terminal de Santana. Outros postos serão anunciados nos próximos dias.

Outra novidade este ano é o horário de atendimento, das 8h às 18h, ininterruptamente. A taxa para cadastramento será de R$ 12 e para recadastramento de R$ 6. Este ano, a coordenação do cadastramento será da Comissão de Transporte Escolar (CTE).

Fonte: Ascom/EMTU/CTE

19 de fevereiro de 2011

MPF/AP quer suspensão dos sorteios do Amapá da Sorte

O Ministério Público Federal no Amapá (MPF/AP) reuniu, em ação civil pública, argumentos para pedir à Justiça Federal a suspensão dos sorteios do Amapá da Sorte. A ação foi protocolada na última quarta-feira, 16 de fevereiro.

Segundo a ação, as empresas AMAPÁ DA SORTE LTDA e ECOAPLUB captam ilegalmente poupança por meio de oferta pública de “certificados de contribuição”. Na tentativa de enganar consumidores, ambas vendem os certificados embasados em títulos de capitalização. A empresa AMAPÁ DA SORTE não pode realizar promoções comerciais utilizando títulos de capitalização, tampouco a ECOAPLUB poderia ser promotora de eventos.

O artigo 3º da Lei 5.768/1971 autoriza a atividade apenas pela sociedade de capitalização, detentora dos títulos, e a empresa com a qual diretamente acordar a promoção do evento. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) não autoriza esta forma de captação de poupança popular.

Por, pelo menos, duas vezes a atuação ilegal das empresas no Amapá foi questionada pelo MPF/AP. A primeira delas, durante a realização do “II Show de Prêmios da APAE”. De acordo com o artigo 5º da Lei 5.768/1971, somente entidades declaradas de utilidade pública podem realizar eventos como este. No entanto, o sorteio foi realizado por terceiro.

Após o evento, a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) recebeu valor muito inferior ao arrecadado. O sorterio não tinha autorização da Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda (Seae).

Mais tarde, em novembro de 2009, foi realizado o “1º Festival de Prêmios na Expofeira”. Sobre a ilegalidade, Maricelso Arruda da Silva, representante da empresa, alegou em depoimento ao MPF/AP desconhecer a necessidade de autorização da Seae ou do Ministério da Fazenda para realizá-lo.

Ainda em 2009, o MPF/AP recomendou ao empresário a suspensão do Show de Prêmios. No entanto, as atividades foram mantidas. Em vez de Show de Prêmios, o evento passou a ser denominado Amapá da Sorte. Desde então, todos os domingos, acontece sorteio de diversos bens. A transmissão televisiva e o suposto número de registro dos sorteios indicado nas cartelas induzem os consumidores a acreditar na legalidade do evento.

A mesma forma de atuação das empresas ECOAPLUB e AMAPÁ DA SORTE LTDA se repetiu em outros estados. Consistindo, segundo trecho da ação, “numa verdadeira operação ilegal em larga escala destinada a captar poupança popular em desacordo com as exigências legais”.

A Justiça Federal em Rondônia já tem ação contra Maricelso Arruda. No estado, ele é representante do Rondônia da Sorte. Quanto à ECOAPLUB, a Advocacia Geral da União (AGU) propôs ação com o objetivo de parar as atividades da empresa. A AGU compara os sorteios a um sistema clandestino de bingos.

Em caráter liminar, o MPF/AP quer a suspensão da venda das cartelas e dos sorterios do Amapá da Sorte. Além disso, pede que as empresas sejam condenadas a pagar, por dano moral à coletividade, a quantia de 300 mil reais. Valor a ser revertido ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.

Fonte: Procuradoria da República no Amapá

Casal Capiberibe vai tentar anular julgamento do TSE

O ex-senador João Capiberibe e sua mulher, a ex-deputada Janete Capiberibe, decidiram ingressar com uma nova ação judicial para tentar anular o julgamento em que foram condenados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por compra de votos. A decisão do TSE fez com que os dois perdessem seus mandatos parlamentares, em 2005. Com a condenação anterior, acabaram sendo enquadrados, nas eleições do ano passado, na Lei da Ficha Limpa.

Os dois apresentaram requerimentos ao Ministério Público do Amapá solicitando cópia dos depoimentos de três ex-funcionários do senador Gilvam Borges (PMDB-AP), aliado do senador José Sarney no estado. Eles acusam o antigo chefe de ter pago R$ 2 mil e dado casas a testemunhas para que elas dissessem ter sido cooptadas a votar nos Capiberibe na eleição de 2002, em troca de R$ 26.

- Não tenho a menor expectativa de nada. Meu nível de descrença atual não me permite alimentar qualquer ilusão. Mas vou insistir na anulação desse julgamento. Minha luta é por minha biografia - desabafou Capiberibe.

Após uma reunião com advogados, porém, Capiberibe e sua mulher descobriram que só poderão ingressar com uma ação contra suas condenações depois que o ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, analisar os embargos de declaração que eles apresentaram em 2006, pedindo a anulação do acórdão do TSE.

- Não sabemos por que o ministro Joaquim Barbosa não analisou, em cinco anos, o nosso recurso no STF. Isso está nos impedindo agora de ingressar com a ação rescisória para tentar anular nossas condenações, diante dos fatos novos - reclamou Capiberibe.

Em julho do ano passado, o cinegrafista Roberval Coimbra de Araújo confirmou, em depoimento ao Ministério Público do Amapá, que teria sido o responsável pela localização das duas testemunhas que acusaram Capiberibe e sua mulher de compra de votos. O cinegrafista atesta que as duas mulheres, identificadas como Rosa e Nazaré, teriam recebido R$ 2 mil cada uma, além de casas adquiridas por Geovane Borges, irmão do senador Gilvam Borges, para que apresentassem a denúncia contra o casal.

A acusação feita pelo cinegrafista acabou sendo confirmada, este mês, por outros dois antigos assessores da família de Gilvam Borges: Hélio Nogueira Alves e Veranilda Araújo Rodrigues. Em seu depoimento, Veranilda conta que teria recebido dinheiro de Geovane para, junto com Roberval Coimbra, comprar as casas que depois foram doadas a Rosa e Nazaré.

Gilvam Borges foi o grande beneficiado pela cassação do mandato de Capiberibe, pois assumiu sua vaga no Senado em 2006. Sua reeleição no ano passado também acabou sendo garantida por causa da cassação do registro de Capiberibe, que acabou enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Embora a defesa de Capiberibe tenha alegado que o ex-senador já teria cumprido na data da eleição sua pena de perda dos direitos políticos por oito anos, já que o mandato perdido teria sido conquistado em 2002, a ministra Cármem Lúcia, do TSE, considerou que isso não ocorreu, por causa de uma diferença de três dias. A eleição de 2002 ocorreu em 6 de outubro, e a do ano passado, em 3 de outubro.

Fonte: O Globo

Manifesto de apoio ao prefeito Roberto Góes

O Partido Democrático Trabalhista (PDT) vem a público manifestar apoio ao prefeito de Macapá, Roberto Góes, em defesa do exercício em plenitude do mandato para o qual o mesmo foi eleito democraticamente e a fim de dar continuidade a um trabalho vitorioso, comprometido com os interesses da população e que, por isso, desfruta de inquestionável reconhecimento popular.


No tempo oportuno e nas instâncias legais, o prefeito Roberto Góes exercerá amplamente o seu direito de defesa, esclarecendo fatos que eventualmente forem relacionados a ele no âmbito da Justiça. Por ora, mantém sua postura de colaborar com a elucidação de questões
referentes à administração municipal, como tem feito sempre que requisitado e até mesmo voluntariamente.


Acima de tudo, o prefeito Roberto Góes reafirma seu compromisso de trabalhar pelo município de Macapá e pelo bem-estar do seu povo. Compromisso assumido na campanha eleitoral, honrado nos dois primeiros anos de seu mandato e ao qual agora dará seqüência.


Os resultados já alcançados são reconhecidos pelo povo de Macapá, entre eles a revitalização dos logradouros públicos, com implantação de semáforos, organização do trânsito e do passeio público; garantia de merenda escolar, de uniformes e materiais educacionais nas escolas
municipais; assistência alimentar aos estudantes no período de férias; implantação da subprefeitura da zona norte, juntamente com a zeladoria urbana; instalação das academias populares de ginástica, unidades de saúde 24 horas, limpeza urbana de ruas e avenidas, construção do conjunto habitacional para as famílias do Mucajá e início do conjunto habitacional da Cuba de Asfalto, plano de cargos, carreira e remuneração da educação entre uma série de outras ações inovadoras e que contribuíram para elevar a qualidade de vida em Macapá e a auto-estima da população.


Em fidelidade às suas lutas em defesa do estado democrático de direito e dos mais legítimos interesses da população, o PDT manifesta este apoio público ao prefeito Roberto Góes.



PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA – PDT/AP

“CADA VEZ MAIS FORTE”

Proposta aumenta pena para crime de desvio de dinheiro público

A Câmara analisa o Projeto de Lei 21/11, do deputado Delegado Protógenes (PCdoB-SP), que endurece a punição de crimes de desvio de dinheiro público. Segundo a proposta, os crimes de corrupção ativa e passiva e de peculatoDelito praticado pelo funcionário público que, em razão do cargo, tendo a posse de dinheiro, valor, ou qualquer outro móvel, público ou particular, deles se apropria, ou os desvia, em proveito próprio ou alheio, ou que, embora não tenha posse desses bens, os subtrai ou concorre para que sejam subtraídos, usando das facilidades que seu cargo proporciona. Fonte: Dicionário Aurélio que causarem expressivos prejuízos aos cofres públicos terão a pena máxima aumentada dos atuais 12 anos para 30 anos de reclusãoA reclusão é a mais severa entre as penas privativas de liberdade. Destina-se a crimes dolosos (com intenção). Na prática, não existe hoje diferença essencial entre reclusão e detenção. A lei, porém, usa esses termos como índices ou critérios para a determinação dos regimes de cumprimento de pena. Se a condenação for de reclusão, a pena é cumprida em regime fechado, semi-aberto ou aberto. Na detenção, cumpre-se em regime semi-aberto ou aberto, salvo a hipótese de transferência excepcional para o regime fechado. Há ainda prisão simples, prevista para as contravenções penais e pode ser cumprida nos regimes semi-aberto ou aberto., além de multa. A pena é a mesma prevista para os crimes contra a vida, como o homicídio qualificado, por exemplo. O projeto altera a Lei de Improbidade Administrativa (8.429/92) e o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40).

"Qual a diferença entre um homicida e um administrador público que desvia dinheiro de merenda escolar, do Bolsa FamíliaPrograma de transferência de renda destinado a famílias em situação de pobreza, com renda mensal até de R$ 140 per capita. Os valores pagos pelo Bolsa Família variam de R$ 22 a R$ 200, de acordo com a renda e com o número de crianças e adolescentes da família. Para receber o benefício, a família precisa ainda matricular e manter os filhos na escola, além de cumprir o calendário de vacinação. Atualmente, mais de 11 milhões de famílias são atendidas pelo programa em todos os municípios brasileiros., da alimentação das pessoas mais pobres, das áreas de educação e saúde, podendo causar o mal e a morte de muitas pessoas? É o desvio de dinheiro público sendo escoado no ralo da corrupção", questiona Protógenes.

CRITÉRIOS ESPECIAIS

O texto também orienta os juízes a adotar critérios especiais no julgamento de todos os crimes que envolvam desvio de recursos públicos. Protógenes explica que o juiz poderá aumentar a pena base prevista para determinado crime, levando em conta a extensão do dano causado aos cofres do País. "Fica a critério do julgador, evidentemente de acordo com as provas que estarão nos autos. Se houver prova suficiente de que a proporção desse dano foi elevada, a pena dele evidentemente será a pena máxima de 30 anos", explica.

Ainda de acordo com o projeto, os crimes de improbidadeÉ a designação técnica para a corrupção administrativa. Qualquer ato praticado por administrador público contrário à moral e à lei; ação ou omissão que viole os deveres de honestidade, imparcialidade, legalidade e lealdade às instituições. Entre os atos de improbidade estão o enriquecimento ilícito, o superfaturamento, a lesão aos cofres públicos, o tráfico de influência e o favorecimento, mediante a concessão de favores e privilégios ilícitos, e a revelação de fato ou circunstância de que o funcionário tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo. , ou seja, os casos de corrupção na administração pública, deverão ser tratados com prioridade quanto aos atos e diligências nos processos e procedimentos judiciais e administrativos.

Segundo Protógenes, a intenção é dar mais rapidez à apuração desses casos. "Eles teriam uma tramitação equivalente à das medidas urgentes, como habeas corpusMedida que visa proteger o direito de ir e vir. É concedido sempre que alguém sofre ou se acha ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder. Quando há apenas ameaça a direito, o habeas corpus é preventivo. e mandados de segurançaProcesso para garantir direito líquido e certo, individual ou coletivo, que esteja sendo violado ou ameaçado por ato considerado ilegal ou inconstitucional de uma autoridade. O recurso ordinário em mandado de segurança para o Supremo Tribunal Federal pode ser ajuizado somente quando o pedido é negado por outros tribunais, em última ou única instância.. Seria muito rápido porque o dinheiro público não pode ficar esperando nos escaninhos da burocracia judicial."

TRAMITAÇÃO

O projeto será analisado pelas comissões técnicas da Câmara, mas ainda aguarda despacho.

Fonte: Agência Câmara