14 de abril de 2010

Concorrência para TAM e Gol

A companhia aérea “Puma Air” já está operando no Amapá. Por enquanto, as operações de vôos ficam nos trechos Macapá (AP), Belém (PA) e Guarulhos (SP). Mas em breve, a companhia deve operar para capital Guianense, Caiena e a capital Cubana, Havana. Uma passagem de ida e volta entre Macapá/Belém custa R$ 169.

Por Emanuel Costa

Desabafo

Do Jornal Diário do Amapá

Não se sabe com que intenção um colunista do jornal O Popular, de Goiânia, que atende pelo nome de Rogério Borges, resolveu de uma hora pra outra tachar o Amapá como "Terra do Nunca". Em artigo publicado na edição do dia 7 de abril no jornal goiano, ele afirma que o Amapá não existe, que é um estado imaginário. Bom, se o jornalista ai tinha pretensões de ofender o Senador da República e Presidente do Congresso Nacional, José Sarney – já que ao que parece o senador é a única coisa que ele conhece pelo Amapá – deveria ter escolhido um texto que não mexesse com a história e tradição de um povo que vive no estado mais preservado do Brasil, conforme pesquisas divulgadas nacionalmente.

Inicialmente, parece que o Rogério perdeu todas as aulas de geografia da escola. Ele diz que não sabe o que é a Oiapoque. Primeiro ele deveria aprender que o Oiapoque está localizado na parte mais setentrional do Estado do Amapá. Limita-se ao norte com a Guiana Francesa, ao sul com os municípios de Calçoene, Serra do Navio e Pedra Branca do Amapari. Ao leste é banhado pelo oceano Atlântico e a oeste faz fronteira com o município de Laranjal do Jari.

Mais isso ele não deve nem imaginar também. Por certo não deve conhecer o maior Parque Nacional do Brasil (Montanhas do Tumucumaque) com 3,8 milhões de hectares. E o Marco Zero do Equador, será que ele sabe que o Amapá é a única capital do país cortada pela linha do Equador, e que temos o fenômeno do Equinócio duas vezes por ano? Mas deixemos de lado a geografia um pouco, afinal, quem passou tantos anos estudando - creio eu - e até hoje não conhece a geografia do próprio país, não vai aprender agora em uma rápida lição.

O artigo desse cidadão feriu os sentimentos de um povo que observa seu estado em franco desenvolvimento. Será que Rogério Borges conhece o Manganês, chamado de ouro negro da Amazônia e cujas maiores jazidas estão no Amapá? Será que conhece o açaí que exportamos para os maiores países do mundo? Será que essa pessoa, altamente desinformada, sabe onde passa o maior rio do mundo em volume d'água (O Amazonas) que banha a capital do estado (Macapá) e é nosso cartão postal?

Quanto ao São José, que perdeu, sim, para o Goiás lá dentro da casa dele, ele existe de fato e direito. Ocorre que não temos realmente tanta tradição no futebol nacional, diferente do Goiás que dispõe de uma infraestrutura moderna. Aliás, o estado de Goiás que é um dos mais desenvolvidos do país, deveria se envergonhar de ter como habitante, um homem que deveria ter como jornalista, a obrigação de informar de maneira eficiente seus leitores.

Mas não é isso que acontece. Pessoas como esse rapaz é que sujam o nome da imprensa nacional. Não se pode admitir que uma pessoa sem conhecimento algum, ocupe linhas tão importantes de um veículo de comunicação para escrever absurdos e inverdades sobre o Amapá. Se quiser, senhor Rogério, está convidado a vir ao nosso estado tomar, quem sabe, um banho nas cachoeiras de Santo Antônio, ou conhecer e degustar a culinária do “MEIO DO MUNDO”, acompanhada de canções regionais tidas como as pérolas da Amazônia, dentre tantos outros espetáculos e belezas naturais que temos no Amapá. Um abraço Tucuju.

Já foi tarde

O ex-governador Waldez oficializou sua renúncia ao cargo em 02 de abril último. Pretende subir aos céus, onde estará sentado a direita do pai todo poderoso. Interpretando a parábola, WG candidatar-se-á ao senado – éter e éden da política nacional – e, se eleito, fará dupla com o padrinho Sarney, manda-chuva do pedaço. Waldez poderá ser importante reforço para a manutenção da fama que o Senado arrasta. Experiência não lhe falta.

Pois, apenas documentou o que era patente. Ao assumir em 2003, o então governador já iniciava a renunciar. Renunciou, quando franqueou a base de apoio para o que de pior tinha na política local, afora algumas exceções que logo abandonaram a nau sem rumo. Renunciou ao distanciar as práticas de governo das promessas de palanque. Renunciou, ao sucumbir silenciosamente aos escândalos promovidos pelos amigos do alheio – e seus também – nas finanças do governo. E, após cada incêndio administrativo, diferente da mitológica fênix, não renascia das cinzas; apenas renunciava mais um pouco.

Fundador e mantenedor da Harmonia, título que se traduz em falta de vontade de governar soberanamente para o povo, o ex-governador contemplou raros, amigos e aliados de ocasião. Subvertendo o princípio da causalidade, embora sem conhecê-lo, imaginou bastar harmonizar os Poderes para que, por obra do acaso, a sociedade usufruísse de bem-estar. Ao escolher a causa errada, colheu efeitos devastadores: concentração de riqueza, corrupção e solapamento das condições comunitárias básicas (educação, saúde, energia, água, transportes, habitação, emprego). Não percebeu (?) que harmonizar com dinheiro e obséquios é abdicar de governar. Espelho, espelho meu, há no Amapá um governador mais tolo do que eu?

De tolo o ex não tem nada! Como em qualquer feudo, opulência e riqueza foram privativas dos Senhores, restando a distribuição parcimoniosa dos favores apenas aos sequazes. Como em toda corte corrompida, o brilho e o luxo couberam à nobreza, restando agrura e aflição à plebe. Como em toda tirania, a injustiça de dar mais a quem tem mais, e a crueldade de ser insensível as dores do mundo, minaram a confiança do povo. O butim foi fausto. A lei de Gerson imperou. Mateus, primeiro os meus!

Dizendo-se municipalista, o ex deixou Santana à míngua; doou os destinos das populações de Serra e Pedra Branca às sanguessugas do subsolo; olhou para a gente do interior pela cara do prefeito de plantão. Rotulando-se democrático, patrulhou velada e tenazmente a fonte de cada voz destoante; comprou a mídia no afã de alugar a consciência coletiva. Na promessa de desenvolver, arrasou a capacidade de investimento do Amapá. Afirmando que acabaria com a economia do contracheque, atrelou o Estado como nunca, a massa salarial oficial. Acreditando ser cristão, foi tão pouco fraterno e solidário com seus irmãos em Cristo que até a Igreja rebelou-se. De tudo o que disse, escreveu errado e por linhas tortas. Não confie em ninguém com mais de trinta anos; não confie em ninguém com mais de trinta dinheiros…
As duas faces da mesma moeda. Ao embarcar no cargo, Waldez exercitou ao largo a tarefa de informar a má saúde financeira do governo que havia recebido; dois anos de lamúrias a tentar justificar a inépcia do gestor. Ao apear, nenhuma palavra acerca do desastre que se abate sobre o erário. Acredita que a parceria existente com o substituto, e o silêncio deste sobre o tema, o livrarão da autoria do caos institucional que se avizinha.

Nos últimos dias de Pompéia, a algazarra dos eventos de beija-mão não abafou os gritos e sussurros de dor. No silêncio do fim de festa, uma boa certeza para a maioria que nunca foi convidada: Acabou! Na lápide do desgoverno, o epitáfio que resume todo o infortúnio coletivo: Já foi tarde!

Por Ruy Smith – Deputado Estadual

Twitteiros espalham informação errada sobre saúde, diz estudo

O Twitter, de uma ferramenta de comentários pessoais, se transformou em canal de comunicação de difusão de informação instantânea – e não escapa da triste sina da desinformação. Uma pesquisa realizada pela Universidade Colúmbia, de Nova York, constatou que se o assunto for infecções e antibióticos, nos posts do Twitter tem muita informação errada.

Durante 4 meses, as mensagens colocadas no microblog foram coletadas através da busca de palavras-chaves. Procurando por termos como antibióticos, gripe, resfriados, efeitos colaterais e eficiência, entre outras, foi possível encontrar mil mensagens que se aproximavam do tema.

Apos a seleção, as mensagens foram analisadas em busca de erros de informação e de qualidade. Dentro das mil mensagens, cerca de 700 continham informações erradas ou conceitos mal interpretados que podiam levar a conclusões erradas.

Essa quantidade absurda de desinformação mostra que se uma das vantagens do Twitter, sua instantaneidade e velocidade de disseminação, a propagação de idéias erradas pode ganhar a mesma velocidade.

INDÍCIO

A utilização do mecanismo de seleção por palavras-chaves demonstrou que o Twitter pode indicar como a sociedade está interpretando um assunto, permitindo que se divulgue com maior ênfase a informação correta.

O resultado também reforça a possibilidade da utilização dessa ferramenta para chamar a atenção para temas de saúde, e passar mensagens que possam influenciar positivamente as pessoas. De qualquer forma, sempre avalie e critique as informações que receber.

Fonte: Portal G1

13 de abril de 2010

Dia de Chuva em Macapá






Decisão

Nesta terça-feira (13), às 19h, acontece a decisão do Campeonato de Futsal Sub-9, entre Aquarela e Sociedade Esportiva e Recreativa São José, no Ginásio Avertino Ramos. A novidade desta final é a ação solidária que a federação de futsal esta promovendo.

O ingresso do jogo é um quilo de alimento não-perecível. Os alimentos serão doados para comunidades carentes da capital, Macapá.

Por Emanuel Costa

Férias trazem mais satisfação do que bens materiais, diz estudo

Em artigo publicado no Journal of Personality and Social Psychology, psicólogos da Cornell University, em Nova York, dizem que ao avaliar outras oito pesquisas, perceberam que o ser humano tende a comparar seus bens com os de outras pessoas.

Por isso, segundo os cientistas, as experiências trazem mais satisfação, já que são mais pessoais e difíceis de serem comparadas. “Imagine que você compra uma TV de tela plana, e está feliz com ela. Mas aí você vem à minha casa e eu tenho uma TV com uma imagem maior e melhor. Isso vai decepcionar e chatear você”, explicou Thomas Gilovich, um dos autores do estudo.

“Mas se você for de férias para o Caribe e eu também, você tem as suas memórias - sua conexão única com o Caribe - que ninguém mais tem e que fez as suas férias especiais”, afirma.

Ainda segundo o estudo, a decisão de gastar dinheiro com uma “experiência” é mais fácil de ser tomada do que a de um bem material.

Além disso, de acordo com os autores, quando as pessoas compram algo, elas tendem a ficar ruminado sobre as outras alternativas de que tinham à disposição ou a continuar comparando o que têm com o que não puderam comprar.

“Os resultados que obtivemos mostram que a compra de uma “experiência” leva mais à sensação de bem-estar”, disse Gilovich.

Fonte: Portal G1

12 de abril de 2010

“Eu também quero”

Quem recebe apoio do senador José Sarney (PMDB-AP) tem meio caminho andado para ganhar uma eleição. Neste mês, três políticos amapaenses foram à Brasília se encontrar com o senador para pedir apoio político nas eleições deste ano.

Foram eles: Waldez Góes (PDT), ex-governador do estado, que busca uma vaga no senado; Deputado Federal Davi Alcolumbre (DEM), que quer reeleição; Pedro Paulo Dias de Carvalho (PP), atual governador e, que é pré-candidato ao governo do Amapá.

O prefeito de Macapá, Roberto Góes (PDT) também esteve no encontro, mas para pedir investimentos para capital.

ISSO FOI SÓ O COMEÇO!!!

Até começa a campanha eleitoral outros políticos do estado e até de outros estados vão se encontrar com o senador José Sarney para mendigar um apoio nas eleições de outubro.

QUEM É O PRÓXIMO?

Por Emanuel Costa

Prefeito cassado patrocina agressões contra o deputado Camilo Capiberibe‏

Na manhã desta segunda-feira (12), na Assembleia Legislativa do Amapá, o deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP) denunciou que foi o prefeito de Macapá Roberto Góes (PDT/AP) quem patrocinou, através de militantes seus, as agressões com objetivo de desqualificar a posição do parlamentar socialista contra o aumento da tarifa da passagem de ônibus.

Além de orientar a mídia governista a exibir uma montagem com imagens feitas pela Assessoria de Comunicação da Prefeitura, nas quais o parlamentar é vítima de agressões da parte de militantes do prefeito, durante o final de semana, o prefeito cassado mandou pichar o tapume da obra da Assembléia Legislativa com a frase “Fora Camilo”.

“Quem foi mandado embora foi ele (Roberto Góes), que foi cassado seis vezes pela Justiça Eleitoral”, disse Camilo ao solicitar à presidência da AL que mande pintar a frase que foi pichada no tapume da obra. “Apenas a título de esclarecimento, não respondi nem em 2006 e nem em 2008 a nenhuma ação por crime eleitoral, diferentemente do prefeito cassado”, esclareceu o deputado do PSB.

Em nome do parlamento estadual se pronunciou o deputado Dalto Martins (PMDB/AP), que prestou solidariedade e repudiou as agressões e o pichamento da AL. “Quero dizer, deputado Camilo, que não aceitamos agressões contra parlamentares, pois hoje foi com o senhor e amanhã poderá ser contra outro deputado e até contra a própria Casa. Me solidarizo com o senhor e vou solicitar a administração da Casa que tome providências o mais rápido possível e que faça a pintura do tapume”, garantiu o deputado Dalto Martins, que presidia a sessão da AL.

VANDALISMO – A campanha difamatória ao trabalho do deputado Camilo Capiberibe começou na última quarta-feira, 07, quando o parlamentar socialista participou e apoiou o Ato de estudantes contrários ao aumento da passagem de ônibus em Macapá de R$1,95 para R$ 2,55.

Naquela oportunidade, militantes pró-Roberto Góes, impediram a fala do deputado Camilo no Ato e o agrediram com palavras de ordem “Fora Camilo”, cortando os microfones e desligando o carro-som.

Após, este fato a coordenação do movimento estudantil divulgou nota de repúdio ao Ato dos “vândalos” e em solidariedade ao deputado Camilo, e expulsaram os militantes da União da Juventude Socialista (UJS) e da União Nacional dos Estudantes (UNE) ligados ao prefeito, dos próximos Atos de protesto.

Por Eduardo Neves (Assessor de Imprensa do deputado estadual Camilo Capiberibe (PSB/AP))

11 de abril de 2010

Nepotismo

Nepotismo é o favorecimento dos vínculos de parentesco nas relações de trabalho ou emprego. As práticas de nepotismo substituem a avaliação de mérito para o exercício da função pública pela valorização de laços de parentesco. Nepotismo é prática que viola as garantias constitucionais de impessoalidade administrativa, na medida em que estabelece privilégios em função de relações de parentesco e desconsidera a capacidade técnica para o exercício do cargo público. Um grande nepotista foi Napoleão Bonaparte. Em 1809, três de seus irmãos eram reis de países ocupados por seu exército.

No Amapá, em pleno século XXI, o nepotismo rola solto. Semana passada, o governador Pedro Paulo Dias de Carvalho (PP), empossou seus parentes aos cargos de secretários estaduais. A Secretaria de Saúde terá o comando de seu “irmão” Elpídio Dias de Carvalho. A Secretaria Especial de Governo será comandada por seu outro “irmão”, Benedito Dias. Já a Secretaria de Inclusão e Mobilização Social será chefiada por sua “esposa”, Denise Carvalho.

NEPOTISMO NA POLÍTICA É COMUM!!!

O governador do Amapá, não é o único a praticar nepotismo no Brasil, outros políticos também favorecem seus parentes na hora de conseguir um emprego. A pratica é tão comum que existe até explicação. Segundo alguns especialistas, nepotismo pode ser instintivo, uma maneira de seleção familiar. Parentes próximos possuem genes compartilhados e protegê-los seria uma forma de garantir que os genes do próprio indivíduo tenham uma oportunidade a mais de sobreviver.

ATIRE A PRIMEIRA PEDRA QUEM NUNCA PRATICOU NEPOTISMO!?!?!?

Por Emanuel Costa